Quando eu morrer não quero lágrimas!
Nem honras, nem prantos, lamentos.
Tudo isso já não me importas mais.
Não me importa o tempo, não respiro o vento.
Não me afogues mais.
Não sou agora mais que antes. Então se cale!
Seus discursos ouvirão eles! Não eu cadáver.
Flores, sempre serão flores! Mas, onde estavas?
Onde estavas tu? e as flores em vida?
Nos caminhos que percorri, pedras.
Nas pedras quedas, nas quedas dores,
Nas dores pranto.
Lamento! Já não é tempo.
Tudo é tarde quando a tarde cai.
Cai a negra noite e tudo leva.
Já não me importas os amores.
As noites mal dormidas.
As brigas, intrigas.
Os beijos, as bocas...
Os abraços, a cama.
Tudo isso agora é nada,
Se nada dura para sempre.
Serei agora somente uma dor
Anestesiada pelo tempo, passa.
Finita e infinita dor;
Que cada um, logo sentirás.
Jesus, Elton
Nem honras, nem prantos, lamentos.
Tudo isso já não me importas mais.
Não me importa o tempo, não respiro o vento.
Não me afogues mais.
Não sou agora mais que antes. Então se cale!
Seus discursos ouvirão eles! Não eu cadáver.
Flores, sempre serão flores! Mas, onde estavas?
Onde estavas tu? e as flores em vida?
Nos caminhos que percorri, pedras.
Nas pedras quedas, nas quedas dores,
Nas dores pranto.
Lamento! Já não é tempo.
Tudo é tarde quando a tarde cai.
Cai a negra noite e tudo leva.
Já não me importas os amores.
As noites mal dormidas.
As brigas, intrigas.
Os beijos, as bocas...
Os abraços, a cama.
Tudo isso agora é nada,
Se nada dura para sempre.
Serei agora somente uma dor
Anestesiada pelo tempo, passa.
Finita e infinita dor;
Que cada um, logo sentirás.
Jesus, Elton